Aqui estão as perguntas mais frequentes recebidas nos comentários de nosso site. Antes de comentar algo, verifique se sua resposta já está aqui.



  • CONGRESSOS
  • Quem pode ser delegada nos congressos?

    • No Congresso da Federação: A diretoria, secretárias de atividades da federação e 5 representantes de cada SAF. A presidente da SAF faz parte do grupo das 5 representantes de sua SAF. Se uma SAF tiver entre seus membros alguém que faça parte da diretoria ou seja secretária de atividade na federação, esta sócia não poderá entrar no grupo das 5 delegadas pois já é um membro nato do congresso.
    • No Congresso Sinodal: A diretoria e secretárias de atividades da sinodal e mais 10 delegadas por cada federação, sendo que sócias que façam parte da diretoria ou sejam secretárias de atividades na sinodal não farão parte do grupo das 10 representantes de sua federação, pois já são membros natos no congresso.

  • Quais atos compõem a sessão do Congresso?

    Fazem parte da sessão do congresso:
    • Recepção das credenciais das delegadas
    • Assinatura do livro de presença
    • Composição da Mesa
    • Verificação de quorum (mais da metade no número SAFs ou federações, conforme o congresso)
    • Declaração de abertura do congresso
    • Devocional de abertura
    • Chamada das delegadas
    • Nomeação das comissões
    • Apresentação e aprovação do relatório (federação ou sinodal)
    • Apresentação e aprovação dos relatórios das comissões
    • Eleição da nova diretoria
    • Recepção do convite para hospedar o próximo congresso.
    • Posse da diretoria eleita
    • Devocional de Encerramento
    • Leitura da ata
    • Palavra da presidente eleita

  • Ainda faz parte dos congressos a entrada das bandeiras?

    Nos congressos de federação há a entrada das bandeiras da federação e das SAFs.

    Nos congressos sinodais há a entrada das bandeiras da sinodal e das federações.

  • Onde posso encontrar um modelo de Credencial para Congressos?
  • Ainda é preciso ler a carta de convocação e ler e aprovar o horário regimental antes do início do congresso

    NO GTSI não se fala em leitura da Convocação e nem aprovação do horário Regimental.

    O GTSI tratou de tornar o Trabalho das Sociedades Internas mais leve e objetivo. Cada uma das Sociedades Internas discutiu e resolveu o que deveria ter em suas partes específicas. Na parte especifica da SAF não tem essas duas atividades mencionadas acima na sua pergunta.

    Nada impede das irmãs concordarem com alguma mudança no horário e alguma adequação de horário se precisar ser feita. Apenas não é mais normatizado o ato de aprovação do horário regimental, uma forma de simplificar o processo dentro do Congresso.

  • ESTATÍSTICA
  • No envelope individual só são colocadas as reuniões de oração e visitas. Onde são colocadas as de evangelização e outras?

    O que geralmente ocorre são trabalhos e não reuniões de evangelização. A participação das sócias nestes trabalhos,  e em outros tipos de reunião, são feitas pela secretária de estatística, relatora de departamento ou outra pessoa designada para tal.

  • Contribuição mensal para reforma de templo entra no item Ação Social?

    É uma oferta voluntária co um  fim determinado e não deixa de ser uma obra social. Portanto, deve ser registrada com as ofertas para ação social.

  • No formulário da SAF não tem o campo presença na Federação mas na folha Federação pede o número de presença na Federação, como a presença é computada?

    Cada formulário está adaptado APENAS ao que diz respeito a cada nível do Trabalho Feminino, separadamente, e vamos levando as informações acumuladas até a CNSAFs. Na Estatística passada a sócia ficava responsável para anotar sua presença em todos os níveis do TF, mas a grande maioria não anotava, ficando esse dado prejudicado e pouco respondido. Agora, tem alguém responsável para contar e anotar em cada nível e no final o número refletirá uma realidade mais aproximada do ideal a ser informado .
    Sendo assim a relação ao item PRESENÇAS, ficou dessa forma:
    a) A sócia contará APENAS a sua presença nas reuniões de oração e nas visitas;
    b) As Coordenadoras dos Departamentos contarão APENAS as presenças em suas Departamentais, e acumulam as demais informações das sócias;
    c) A Presidente da SAF, ou quem ela designar, se responsabilizará para anotar APENAS as presenças na plenária, e acumulam as demais informações dos Departamentos;
    d) A Presidente da Federação, ou quem ela designar, se responsabilizará APENAS para anotar as presenças na reunião da Federação, e no Congresso da Federação, e acumulam as demais informações das SAFs;
    e) A Presidente da Sinodal, ou quem ela designar, se responsabilizará APENAS para anotar as presenças na reunião da Sinodal e no Congresso da Sinodal, e acumulam as demais informações das Federações;
    f) A Presidente da CNSAFs e as Vice-Presidentes da CNSAFs, ou quem elas designarem se responsabilizarão APENAS para anotar as presenças nas reuniões da CNSAFs e no Congresso Nacional, e acumulam as demais informações das Sinodais.

  • Não deveríamos na planilha da SAF lançar presença na Federação? no envelope lançar presença na plenária ?

    A participação tem início quando a relatora soma a presença de todos na reunião - sócias e visitantes - e registra no seu relatório do departamento. No relatório da SAF a secretária de estatística soma as presenças dos departamentos e registra , bem como o nº de participantes ( sócias e visitantes ) nas plenárias que agora é contada na própria reunião ou pela presidente ou outra irmã designada, ou usar o livro de presença.
    A mesma coisa nas reuniões de Federação e Sinodais. Sempre alguma irmã designada conta quantos presentes e a anota para a Secretária de Estatística. Claro que se a secretária de estatística estiver presente, ela mesma já fará a contagem.
    Relatório do Deptº: informa a presença na reunião departamental.
    Relatório da SAF: informa presença nos departamentos e na plenária da SAF.
    Relatório da Federação: Informa presença dos departamentos, SAFs e Federação, e assim sucessivamente no relatóio da Sinodal até chegar à CNSAFs.

  • SAF LOCAL
  • Como organizar a SAF Local?

    A SAF local é organizada pelo Conselho da Igreja, que deverá se fazer representado no Ato de Organização. Convites devem ser enviados  ao(a) Secretário(a) Presbiterial e, em existindo, à presidente da Federação de SAFs. Para os casos de SAFs com número de sócias inferior a 8 (oito), a Diretoria poderá ser composta de Presidente,  Secretária e Tesoureira.

  • TESOURARIA
  • O valor da contribuição anual individual é o mesmo para todas as SAFs?

    A contribuição individual corresponde  a 3% do salário mínimo.

    Em 2015 ficou assim: 3% de R$ 788,00 = R$ 23,64

    Algumas federações somam a este um valor para fundo de congresso (para enviar representantes, despesas de material, etc.). Fica a critério de cada uma este valor.

  • Por que a CNSAFs tem um valor diferente da UPH, quanto a Contribuição Anual?

    O Supremo Concílio da IPB atribuiu às Confederações Nacionais  (UCPs, UPA, UMP, SAF e UPH) a decisão de quanto será a Contribuição individual anual.A CNSAFs adota 3% do salário mínimo.

    Não temos c condições de adotar o valor da contribuição anual da UPH pois o volume de trabalho da SAF é muito maior em termos de demanda de visitas, de apoio, de planos a serem realizados, reuniões de Diretoria, Executivas, visitas a campos missionários e às Instituições de Ensino Teológico e etc.

    Nossa dinâmica de trabalho é muito diferente e, sem os 25%, da contribuição individual que chega em nossas mãos não haveria condições de visitar e apoiar 82 sinodais, quse 300 federações e quase 3.000SAFs. Não poderíamos mais visitar e apoiar em nome de todas as auxiliadoras das SAFs, os Seminários, Institutos bíblicos e Missão Caiuá.. Quanto às Reuniões Anuais das Comissões Executivas não poderiamos ajudar as Sinodais (A CNSAFs paga cerca de 50% das despesas para ficar mais leve para as Sinodais e para quem hospeda). As Reuniões da Diretoria, cerca de 8 a 10 no quadriênio, seriam custeadas pela Sinodal e suas SAFs da jurisdição onde fizermos, pois essas reuniões são custeadas com a nossa Contribuição Anual também.
    A CNSAFs não teria mais como fazer banners para entregar às Sinodais (Projeto ANA, lançamento do tema) e folders para auxiliar as SAFs, Federações e Sinodais, pois anualmente investimos em folders, cartazes, banners, site, para divulgar o TF.
    - A CNSAFs não teria mais como fazer os Encontro Regionais de Treinamento em todas as Regiões do país, pois custeamos as despesas das irmãs que vão dar o treinamento.
    - A CNSAFs não teria mais como coordenar os Encontros de Pastores e esposas, porque a CNSAFs investe também nos mesmos.
    - A CNSAFs não teria mais como atender aos pedidos de apoio aos alunos que fazem o Curso de Preparação de Obreiros – CPO – no IBEL em Patrocínio (MG) e no IBN em Garanhuns (PE), pois a CNSAFs destina cerca de R$ 32 mil por ano, do valor que fica em nosso caixa, para ajudar aos alunos que querem fazer o curso e tem dificuldade com taxas e livros. Esse curso é importantíssimo para missões em nossa Igreja.
    - A CNSAFs não teria mais como fazer viagens missionárias para o Amazonas a fim de ajudar em ação social, missões e evangelização nos campos dos ribeirinhos.
    - A CNSAFs não teria mais como fazer viagens missionárias para atender e apoiar e ajudar as auxiliadoras de outras Igrejas Presbiterianas em campos missionários da JMN o Brasil e da APMT no exterior. Ensinar a ser SAF, apoiando-as e ensinando-as a fazer até coisas básicas para ajudar na sua sobrevivência financeira, e no TF em seus países e também ajudar a fazer missões no Brasil (sertão inclusive) e no exterior.
    - A CNSAFs não teria mais como visitar a Missão Caiuá em Dourados (MS), apoiando e ajudando com ações sociais, os missionários (cerca de 60), o Instituto Indígena, os dois hospitais e incentivando ajuda para os campos indígenas, pois os custos da viagem e a participação na campanha para ajudar a Missão, também passa por verbas votadas pela CNSAFs para essa finalidade.
    Por esses e outros motivos, seria injusto sim, para o Trabalho Feminino (SAF) ter o valor da Contribuição Anual que é solicitada para o Trabalho Masculino (UPH).