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PONDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO FEMININO DA IPB


PONTO DE PARTIDA

“Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortalecer, fortificar e fundamentar”
I Pe 5.10 b

Ao afirmar que a Sociedade Auxiliadora Feminina, SAF, foi estabelecida por Deus, quando da feitura da mulher (Gn 2.18)-, reconhecemos ser propósito de Deus que estivéssemos presentes em todos os segmentos da sociedade – não se esqueça – “Quando Deus quis mudar o curso da história de Israel usou mulheres” (Ex 1.15-17).

 Assim é, que em toda a história quer bíblica ou secular, encontramos com grata alegria mulheres que se celebrizaram participando da vida espiritual, social e política, através do tempo e em todos os povos.

A Confederação Nacional de SAFs deseja ver a mulher presbiteriana efetivamente engajada, realçando seu “papel” de mãe de família, membro da Igreja, e cidadã do país.(não pense que quero dar ênfase à este ou àquele grupo feminista, nem machista. Não gosto destes movimentos que acabam por fomentar a discriminação criando grupos segregários ou de excluídos, como chamam, hoje) .

Ser Auxiliadora é ser partícipe da sociedade na dimensão de seus propósitos, influindo com uma vida santa, para o bem estar de todos numa contribuição benéfica e transformadora.

 NO PASSADO

Nossas irmãs que imaginaram o Trabalho Feminino da IPB, certamente tiveram em vista a expressão “Auxiliadora Idônea”, para que cumprindo este desiderato, estivéssemos atentas, desempenhando o grato ministério de ser AUXILIADORA participante.

HOJE

Pensamos esta participação com a sigla – SAF, portanto imagine um plenário com um grande número de irmãs (quorum), mais da metade das sócias ativas, que durante o ano tiveram freqüência mínima (50% das reuniões). Lembre-se : só as sócias ativas podem votar e ser votadas. Sócia ativa: aquela que seja membro da igreja local, há mais de seis meses após a sua recepção como membro e no gozo dos privilégios e direitos da IPB.

 Nota:- a critério do plenário, sob a responsabilidade do Conselho da Igreja, portanto estando presente o Conselheiro, serão resolvidos os casos especiais – Art 13 da Constituição da Igreja.

ELEIÇÃO

Você é eleita Presidente! Que bom! Qual será o primeiro pensamento que lhe vem a mente? Não sei. Mas quero sugerir: Antes de tudo, reconheça que a manifestação de apoio expressa em votos para o seu nome é o cumprimento da vontade de Deus a seu respeito. 

Portanto, demonstre a disposição que você tem de servi-lo com humildade. Lembre-se de Maria – “aqui está a serva do Senhor...” (Lc 1.38), ou então Gideão “...eu o menor na casa de meu pai” (Jz 6.15), enfim reconheça: SOZINHA você não fará nada! Além de prescindir da direção direta de Deus, você não pode olvidar da participação efetiva de suas companheiras de Diretoria, Relatoras, Secretárias de Atividades e principalmente das sócias. Cada irmã “é um universo” que precisa ser compreendida, respeitada, mais que isto, precisa ser amada (I Jo 4.7,8).

Logo após a plenária de eleição, a SAF encaminha (através do Conselheiro) ao Conselho, relação da Diretoria eleita para o ano seguinte.
Os nomes deverão ser completos, e constando ainda  o endereço completo, inclusive telefone (se tiver), das irmãs eleitas.

À
esta relação juntar-se-á a lista tríplice de nomes que a SAF escolhe também, por votação, de Oficiais da Igreja, identificados com o Trabalho Feminino, marido de auxiliadora, cujos nomes servirão como sugestão ao Conselho na designação do Conselheiro para o ano subseqüente.

Nota: após o lançamento da última ata do ano eclesiástico, a secretária deverá transcrever a estatística, na íntegra.

 EM SEGUIDA

 Passado o primeiro momento peça a Deus que a oriente na composição (nomeações) dos “cargos de confiança”. São irmãs que lhe ajudarão durante o mandato: Relatoras de Departamentos, Secretárias de Atividades, (tantas quantas seja possível), se possível todas as Secretarias . Se em sua SAF há “material humano” suficiente porque não tê-las todas? Mas lembre-se: na Igreja não deve haver “cargo de figuração”, logo, procure a pessoa certa para o lugar certo. E isto se consegue com oração pedindo a direção de Deus. Orou? O quadro foi se delineando conforme a orientação de Deus até completar-se... a esta altura a Presidente já está pensando nas realizações do ano vindouro.

Geralmente a eleição se faz no mês de outubro até o meado de novembro. A Diretoria elabora a programação (plano de atividades) e encaminha ao Conselho da Igreja, através do Conselheiro.

O planejamento deverá ser discutido e aprovado pela SAF em plenária. Logo, é de se supor que seja na plenária de dezembro ou de janeiro.

Do planejamento da SAF, depois de aprovado pelo Conselho da Igreja, envia-se cópia à Federação.

No sistema de governo presbiteriano a administração da igreja local é da competência do Conselho – Art 8º da CI . Por isso, ele (o Conselho) poderá vetar (proibir) realizações ou programas que julgar incoerentes com a doutrina da Igreja.   

 ALCANCE

Lembre-se, a amada irmã, que a SAF tem peculiaridades só dela. Exemplo reúne-se com periodicidade (plenária, departamentais, oficinas de trabalhos manuais, reuniões de oração, visitação de asilos, hospitais, presídios, alfabetização de adultos etc.) Então, a Presidente deve esforçar-se por envolver o maior número possível de sócias em todas estas atividades.

PACIFISMO

Uma líder consciente contorna as dificuldades, evitando os desentendimentos tão comuns em nosso meio e que tantas dificuldades têm trazido.

Entre outras, uma das coisas que a líder deve exercitar é o perdão (Mt 7.12). Com freqüência magoamo-nos umas às outras, e esquecemo-nos de pedir desculpas. Isto tem gerado muitas “raízes de amarguras”.

Nem sempre atentamos para o fato de que o trabalho que realizamos é do Senhor, e deve ser feito para o Senhor, somos apenas servas, que quer dizer escravas (Lc 17.10). Esqueçamo-nos pois, aquelas coisinhas antigas que trazem tanta tristeza!... Lembremo-nos das coisas boas que edificam, que trazem alegria (Lm 3.21).

 A PRESIDENTE

(Ver as atribuições no Manual Unificado das Sociedades Internas- Art 19, pág 38)

É certo que todas as atenções se voltam para a Presidente. Antes de tudo, a Presidente deve ser uma pessoa comprometida com Cristo e interessada na ordem e no bom andamento do trabalho. Logo, ela deve esforçar-se para tratar a todas as sócias com igual carinho (nada de preferências pessoais), ser educada sem ser “melosa”. Manter a compostura, não encolerizar-se dando socos na mesa ou respondendo grosseiramente, mesmo que haja uma ou outra insinuação pouco piedosa (Pv. 19.11).

Inteirar-se bem dos assuntos antes de divulgá-los, o desconhecimento gera insegurança e ninguém confia em líder inseguro.

Saber se algum “assunto novo”, é do conhecimento do Conselho da Igreja e o que este pensa daquele assunto... enfim, a Presidente capaz é aquela que reconhece com humildade a hierarquia eclesiástica a que está sujeita. Não obstante, conhece e sabe fazer colocações, se necessário for. Sempre porém, na dependência de Deus e das irmãs que com ela formam este enorme exército chamado SAF ou santas mulheres (I Pe 4.10,11).

 SANTAS MULHERES

A sócia da SAF é auxiliadora (Gn 2.18). Não é safada ou safadinha. Veja o que dizem os dicionários a respeito destes adjetivos: safado; descarado, cínico, desavergonhado, sem vergonha, desbriado, safardana, pulha, biltre, canalha, vil, imoral...entre outros semelhantes. E nem mesmo da “Sociedade Amigas da Fofoca”, como tentam ridicularizar alguns impiedosos. Nem tão pouco a sócia da SAF é safista. Safista = mulher que pratica safismo, lésbica.

Então amada, você acha que os adjetivos acima se aplicam a nós? Claro que não!... somos servas do Deus Altíssimo, compromissadas com o bem.

Alguns dizem que é apenas uma “brincadeirinha” (Pv 26.18,19) e acrescentam: “não tem nada a ver”. Mas se não diminui, também não acrescenta (Pv 18.20,21). Temos que ser bênção (Gn 12.2,3). Nosso lema, foi a designação de Abrão quando Deus o chamou, dizendo-lhe: “... sê tu uma bênção”.

AUXILIADORA

Mulher que se coloca à disposição do Senhor da Obra: Jesus. Assim é que as encontramos em diferentes ocasiões voltadas para este mister – servir. Servindo com sua vida e bens morais e sociais... Exercendo na inteireza de suas potencialidades este ministério completo, o de ser auxiliadora.

REVENDO OS OBJETIVOS DA SAF

Este despretensioso trabalho, destina-se à Sociedade Auxiliadora Feminina. Razão pela qual peço licença para usar os Manuais em desuso. Embora, os objetivos das Sociedades Internas elencados no Art 2º do Manual Unificado das Sociedades Internas – IPB estejam aclarados e definidos, ao alcance de nosso entendimento, mesmo que, limitado.

Quero entretanto, enfocar os objetivos traçados em nossos antigos Manuais, pois foram estes que motivaram nossas irmãs do passado a idealizar o Trabalho Feminino. Ei-los.:

1º - “unir as mulheres da Igreja, irmanando-as no ideal de servir a Cristo e dando-lhes uma ampla visão do Trabalho Feminino no âmbito nacional e internacional.”

Reportemo-nos às mulheres que “seguiam a Jesus”, relatadas nos Evangelhos (Lc 8.1-3) , serviam-no com suas vidas e com os seus bens, colocaram-se à sua disposição. Estiveram unidas durante o ministério de Jesus e estavam unidas no momento frio do sepulcro. Portanto, se na sua Igreja a grande maioria das irmãs, membros da Igreja, não está unida na SAF , sua SAF não está cumprindo o objetivo número um, pense nisto.

2º - “incentivar o cultivo espiritual moral, intelectual e social das sócias”.

Que profundos ensinamentos este objetivo nos traz! É o que podemos chamar um santo compartir. Irmãs que se unem para orar, ler a Bíblia, apóiam-se nos momentos de dificuldades morais (quando muitos jogam pedras) , buscam o desenvolvimento intelectual aprimorando os conhecimentos existentes ou estimulando-se mutuamente ao aprendizado, procurando sobretudo portar-se como uma “Filha do Rei”.

         3º - “Cooperar em todas as atividades da Igreja como parte dela, especialmente na evangelização

Observe a querida irmã a insistente ênfase, a SAF não é uma igrejinha dentro da Igreja. É parte da Igreja! Parte operante, participativa e responsável, disposta inclusive a acatar as resoluções do Conselho, reconhecendo que, no regime presbiteriano, o governo e a administração de uma Igreja local, competem ao Conselho. – Art 8º CI. Eis porque, como parte da Igreja, a SAF representada pela sua Presidente, deve participar efetivamente de todas as iniciativas da Igreja no planejamento geral e programações especiais 

4º - “Servir a Deus no serviço do próximo

Imagine a irmã que grato privilégio estar servindo a Deus, a medida em que somos úteis ao nosso semelhante.

Entendo ser esta uma das grandes “chaves do sucesso” da SAF: o altruísmo! O serviço abnegado de mulheres comprometidas com Deus, servindo àqueles que à sua volta necessitem, espiritual moral ou socialmente - “... sempre que o fizeste a um deste meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mt 25.40)

Isto significa envolvimento com o trabalho de Deus que é realizado pela Igreja dele, aqui na terra.        

Não podemos imaginar Santidade ao Senhor, sem comprometimento com aquele que é Santo.

Vistos assim, embora rapidamente os objetivos da SAF dão-nos o anseio que nortearam as nossas precursoras e que continuam evidentes na vida de cada auxiliadora. Concluímos pois: SAF é serviço, é lealdade que é igual a Santidade, desde que foi criada, por Deus no Éden (Gn 2:18), ratificada por Cristo (Lc 8. 1-3), evidenciada pelos apóstolos ( At 9.36; 16.14-16 e 40; 17.12; 18.2;  21.5).

Lembrete – a Presidente deve usar todos os meios convenientes para lembrar às sócias das reuniões: um cartão, uma cartinha, um telefonema. Isto pode e, quem sabe, deve ser feito pela Relatora de Departamento.

Por vezes ouvimos algumas Presidentes num desabafo dizendo: “as irmãs não querem nada”. Felizmente esta não é a regra geral, pois, com freqüência, a história é outra; temos constatado que a grande maioria das irmãs que forma o trabalho feminino, são como o “arranque”, botam o carro para funcionar.

Ou então dizem: “Não gosto de plenária!” É cansativo,  “é chato mesmo”, porque plenária é uma reunião de negócios. Mas isto interessou ao Mestre amado, quando Ele próprio declarou: “Não sabeis que me convém tratar dos negócios de Meu Pai?” (Lc 2. 41, 49).

PLENÁRIA

“Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente!” Jr 48.10a

SEMPRE MELHORANDO !

Existem coisas que não mudam nunca! E, é bom que não mudem mesmo! Porque, à medida que se introduzem modificações, descaracterizam-se da sua idéia original.

Assim tem sido, ao longo de mais de um século, com a SAF, no que se refere às suas reuniões:

F Plenárias

F Executivas

F Departamentais

F Especiais (aniversários, comemorações....)

PLENÁRIA

É UMA REUNIÃO DE NEGÓCIOS. Por isso deve cuidar dos interesses da Sociedade, do cumprimento do Plano de Trabalho previamente aprovado pelo Conselho, das solicitações emanadas da Federação, Sinodal, da participação efetiva na vida da Igreja.

Na plenária a pessoa mais alvejada é a Presidente. Daí porque, a Presidente tem o dever de manter a ordem e a disciplina, no curso da Reunião, assegurando a todas as sócias os mesmos direitos e deveres (ver art 3, 4, 5, 6, páginas 154/156 MUSI-IPB ).

DA PLENÁRIA

A PLENÁRIA TERÁ O SEGUINTE PROGRAMA

A) Devocional -geralmente a cargo da Secretária de Espiritualidade. Nada impede porém, que sejam indicadas outras sócias, para dirigi-la, Inclusive a título de TREINAMENTO. A não ser em casos especiais, a plenária não é para se convidar pregadores de fora. A Devocional não deve ultrapassar ao período de 15 min.

Recomendamos o uso dos Estudos publicados pela SAF em Revista e o cântico de hinos do Hinário Novo Cântico, ou cântico espiritual (não muitos), entretanto verificar sempre o aspecto teológico do cântico.

Finda a Devocional, a Presidente assume, convidando os demais membros da Diretoria para assento à mesa. Bem como, ao Conselheiro e Pastor da Igreja, se estiverem presentes. Estando também, presente algum membro da Federação ou Confederação, a Presidente deverá convidar a tomar assento à mesa, observando a ordem hierárquica – SAF, Federação, Confederação Sinodal e Confederação Nacional. Em momento próprio lhes concederá apalavra, a fim de que dela façam uso como convier.

B) Chamada das sócias – Geral mente é feita pela Segunda Secretária. Feita a chamada constatar-se-á ou não a existência de “quorum” - mais da metade do número de sócias ativas,  Art 16 pág. 35/36. A Presidente declara o início da Reunião.

C) Saudação aos visitantes - a Presidente convidará a Secretária de Sociabilidade e Causas Locais ou uma das sócias para cumprimentar os visitantes, às vezes oferecendo um cartãozinho ou uma lembrança.

D) Leitura e aprovação da Ata  - esta, se for lavrada na hora não poderá ser lida em rascunho, será sempre lida no livro próprio no final da reunião. Em geral, é feita a leitura da ata da reunião do mês anterior, já transcrita no livro próprio.

E) Leitura do Relatório da Tesouraria - o movimento financeiro deve ser escriturado em livro próprio. A Tesoureira é responsável pelo dinheiro recebido, devendo para isto tê-lo em boa guarda (Art 23, páag 36/39  Atribuições da Tesouraria).

F) Leitura dos Relatórios das Secretárias de Atividades, Departamentos e Comissões - Os Relatórios deverão ser objetivos e práticos. possibilitando informações que auxiliem na estruturação do Relatório Geral da SAF. Nas SAFs com grande número de sócias (cerca de 100 sócias, por exemplo) e muitos departamentos, os relatórios devem ser apresentados por amostragem; se for possível a distribuição de cópias entre as sócias, suspender-se-lhes-á a leitura. Uma cópia deve ficar no arquivo para facilitar a confecção do relatório anual

G) Sugestões da Diretoria, da Comissão Executiva ou das sócias presentes a plenária - recomenda-se a reunião da Comissão Executiva antes da plenária, ocasião em que os planos ou sugestões poderão ser enviados para uma prévia verificação de sua viabilidade, nada impede porém, sejam apresentados no plenário. A Presidente deverá saber submetê-los ao plenário para votação.

H) Recepção de novas sócias - esclarecendo a categoria, e devendo de imediato estabelecer a qual Departamento pertencerá. A nova sócia deverá ter conhecimento de seus direitos e deveres.

I) Nomeação de Comissões ( visitas a hospitais, aos afastados, aos enlutados etc).

J) Outros trabalhos - Representação nas Reuniões de Círculos, Federação, Sinodal, Confraternizações etc.

L) Encerramento, oração e moto

M) Parte Social ( se houver, nunca deverá ser maior que a parte relacionada aos negócios – plenária). Deve-se cuidar para que nesta parte não sejam cometidos exageros ou mesmo brincadeiras que firam princípios bíblicos. Deve-se dedicar cuidado especial aos visitantes.

UMA PLENÁRIA NUNCA DEVE EXCEDER A 90 MINUTOS (UMA HORA E MEIA), SE PASSAR DISTO É DESPERDÍCIO DE TEMPO.

REUNIÃO DA EXECUTIVA

É composta dos membros da Diretoria, das Relatoras de Departamento, das Secretárias de Atividades e das Relatoras de Comissões Especiais (Oficina de Trabalhos Manuais, Alfabetização de Adultos, etc). 

A Reunião da Comissão 6Executiva, mensalmente, em igrejas onde há essa possibilidade, é de grande valia, pois facilita o estudo da pauta da Reunião Plenária, concorrendo para o bom andamento, embora se deva dar às sócias, que não estiveram presentes à reunião da Executiva, amplo direito de esclarecimento, a fim de que aprovem, ou não, conscientemente, as sugestões oriundas da CE.

DEPARTAMENTOS

(Art 43/45, pág 48/49 Manual Unificado)

A Relatora de Departamento deve ser uma pessoa simpática, sociável e sobretudo piedosa. Afeita aos interesses do Trabalho Feminino, comprometida com Deus, com a Igreja e com a sociedade à sua volta, a ponto de influir para a sua transformação.

A Relatora de Departamento deve estimular as sócias ao comparecimento às Plenárias e às demais reuniões da Igreja. Deve ser criativa o suficiente para dinamizar a reunião do Departamento, ensejando a maior participação possível das sócias.

Dileta Relatora, a pontualidade é vital para o bom andamento de qualquer reunião. Portanto, não chegue atrasada. Também não chegue muito cedo, pois atrapalha a hospedeira. Chegue com mais ou menos 10 ou 5 minutos de antecedência, para se preparar e poder então, começar a Reunião.

Dar especial atenção às visitantes, elas são o “Ponto alto” da Reunião.

DEVOCIONAL

·        Hino

·        Leitura Bíblica

·        Orações – podem ser círculos de oração ou orações voluntárias ou ainda orações feitas por sócias determinadas pela Relatora. Devem ser objetivas, enfatizando os pedidos e agradecimentos.

·        Temas atuais poderão ser debatidos, sempre visando o crescimento espiritual das sócias, ou ainda estudar o Manual Unificado, a Confissão de Fé, os Catecismos, etc.

·        PALESTRA – se a Relatora faz um estudo ou traz uma pessoa para apresentar uma palestra, ótimo! Se, não, usar o estudo da SAF em Revista. Reiteramos aqui que a REUNIÃO DEPARTAMENTAL é uma reunião de edificação espiritual, de congraçamento entre as irmãs, mas, também UMA REUNIÃO DE TREINAMENTO, por isso a Relatora deve convidar às próprias irmãs do Departamento, para trazer o estudo, a palestra ou a mensagem... evitando assim, convidar Pastores, Presbíteros ou até mesmo pessoas de fora, tirando destarte a oportunidade das irmãs (ë da Reunião de Departamento que afloram as novas líderes do Trabalho, geralmente).

OBJETIVO DA REUNIÃO

Toda reunião deve ter um tema previamente estabelecido. Certamente usando o Tema Geral do Trabalho Feminino, podemos criar inúmeros subtemas para nossas departamentais.

Considerando que EVANGELIZAR é dever de cada uma de nós como “Igreja”, temos que evangelizar, daí porque deve ser uma constante convidar visitas não crentes para nossa Reunião Departamental. Ex. Colegas de trabalho, vizinhas, amigas, parentes,...

Na parte prática a Relatora:

a)     Recebe os relatórios das Sócias

b)     Recebe a contribuição (quando há), algumas SAFs têm contribuição mensal, independente da per capita.

Atenção: a taxa per capita deve ser paga por cada sócia, não está vinculada a esta contribuição que a sócia pode dar mês a mês. É uma taxa referente ao ano e representa 5% do salário mínimo (resolução  SC/ 2002), deve ser paga de uma só vez

c)      Apresenta as resoluções da Plenária e estuda com as Sócias as necessárias providências para a execução das mesmas.

ENCERRAMENTO

É aconselhável um encerramento alegre e descontraído, com brincadeiras bem articuladas que visem igualmente à edificação das Sócias, tendo cuidado para não escandalizar, causando estranheza às visitantes.

Uma Reunião Departamental não deve exceder a uma hora de duração. Não se deve gastar mais tempo com a “Social” que com a Devocional.

A Relatora poderá cumprimentar a sócia hospedeira com uma planta ou um mimo qualquer, bem delicado.

Antes da Reunião, evitar comentários sobre quaisquer pessoas, sejam elas da Igreja ou não (Tg 4.11 e Rm 14.4).

Não seja indiscreta fazendo perguntas que, não gostaria que lhe fizessem (Pv 21.:23).

Evite rir demasiadamente, dando gargalhadas, não é polido e nem cristão (Ec 7.6).

Nunca ficar se manifestando ansiosa quanto ao lanche, com perguntas como estas “haverá comes e bebes?” ou então : “hum!!! Que cheiro , o lanche parece que vai ser bom” . Tais comentários não ficam bem a uma auxiliadora (I Co 11.34).

Ao terminar a Reunião todas as Sócias devem sair, deixando livre a dona da casa para que retorne às suas atividades costumeiras.

Obs : As reuniões costumeiras da SAF – Departamental e Plenária  - deverão ter dias e horários regularmente estabelecidos. Isto leva a sócia ao hábito de reservar aquele dia para a reunião. Ex. a departamental se realiza na 1ª quinta feira do mês. A sócia já sabe de antemão que não deverá assumir outro compromisso para este dia. A não ser que haja um imprevisto ou algo que não possa ser adiado.

FEDERAÇÃO

Assim como as Igrejas que constituem um Presbitério estão juridicamente ligadas a este Presbitério, as SAFs também devem estar integradas e isto se faz através da Federação. As SAFs das Igrejas, ou  das Congregações, que formam um Presbitério, são, via de regra, federadas (a não ser que haja resolução explícita quanto a não federação).

O calendário de atividades da Federação consta basicamente dos calendários das SAFs e mais a Reunião Ordinária, as Reuniões de Círculos, e as Reuniões Festivas, como por exemplo: Aniversário da Federação,.. ou quaisquer outros motivos.

A Presidente da Federação deve estar sintonizada com o Secretário Presbiterial, a fim de que ambos desempenhem suas funções, visando sempre o progresso e a unidade do trabalho, consoante as finalidades  da Federação (Art 54 – MUSI). Toda oportunidade (reuniões de Círculo, festividades, etc) deve ser aproveitada para treinamentos bem elaborados, buscando a dinamização do trabalho.’

Deve-se entretanto evitar o acúmulo de reuniões a fim de não “esvaziar“ as reuniões nas Igrejas locais.

DAS REUNIÕES DE CÍRCULOS
(Art 82, pág 65/66)

À exemplo das Departamentais nas SAFs, as Reuniões de Círculo na Federação têm os seguintes objetivos:

A.     Edificação espiritual das sócias;

B.     Treinamento de novas lideranças;

C.    Evangelização;

D.    Congraçamento.

Recomenda-se que as Reuniões de Círculos sejam igualmente bem planejadas, com programação criteriosa visando os objetivos delineados.

Para melhor comodidade e aproveitamento, deverão ser realizadas aos sábados, ajustando-se evidentemente à realidade de cada região.

Devem ser evitadas as reuniões aos domingos, visto que sempre que ocorrem neste dia trazem prejuízo ao trabalho local, considerando ser a liderança do Trabalho Feminino, também, quem auxilia na Escola Dominical, etc.

CONFEDERAÇÃO SINODAL

(Art. 86/115 – pág. 69/81 – MUSI)

Do mesmo modo que as Igrejas são integradas ao Presbitério, também os Presbitérios o são ao Sínodo, por isso as Federações serão também integradas em Confederação Sinodal, com vistas ao crescimento integral das sociedades federadas.

Recomenda-se que as Confederações Sinodais verifiquem suas condições geográficas e econômicas para a elaboração de seu calendário de atividades, a fim de não sobrecarregar os membros da Diretoria e Secretárias de Atividades e nem esvaziar as atividades locais, por motivos que já conhecemos. Todas as oportunidades de encontro deverão se constituir num aprendizado contínuo (treinamento), não nos esquecendo também que devem constar de nossos treinamentos a Confissão de Fé, os Catecismos, o Manual Presbiteriano e o nosso Manual unificado, corroborados pela aplicação bíblica.

CONSELHEIRO

( Cap III, Art    do Manual Unificado das Sociedades Internas da IPB.)
“Amai-vos cordialmente uns aos outros, com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” Rm.12.10

Temos dito repetidas vezes e não nos cansamos de rememorar, na IPB “o governo e a administração de uma Igreja local competem ao Conselho, que se compõe de pastor ou pastores e dos presbíteros.”

A CI, não fala explicitamente da pessoa do Conselheiro. Fala entretanto, das “funções privativas do Conselho”, art. 83, letras de a – x , do que, por analogia, se pode entender, na letra h, e ainda dos Art. 62, e 75, que uma das formas do Conselho cumprir suas funções, nas Sociedades Internas, é se fazer presente em suas reuniões, através de um dos seus membros que, concluímos, é o Conselheiro, isto, porque seria humanamente impossível estar o Conselho concomitantemente em várias reuniões (UPH, SAF, UMP, UPA, UCP, CORAL, etc...) , daí, ele se faz presente, como já o dissemos, na pessoa do Conselheiro.

A SAF, é parte integrante da Igreja e como tal, está sob o seu “governo e administração“, devendo por isso, portar-se como governada e administrada.

Sei, que este posicionamento para muitos soa como “machista“, ou no mínimo pouco simpático. Com freqüência temos ouvido de questionamentos quanto a este relacionamento. E sempre que se verificam tais questiúnculas, alguém está destoando ou melhor, extrapolando dos seus limites. Às vezes é a SAF que não se submete “ao governo e administração do Conselho”. Mas também, muitas vezes, é o Conselho que ao em vez de governar e administrar, sufoca e impõe... É ditador e não administrador.

Nesta ou naquela circunstância, recomenda-se a prática do ensino paulino: “...sede unânimes entre vós...não sejais sábios em vós mesmos.... se possível quanto depender de vós, tende paz com todos os homens “ (Rm 12.16–18).

Muito importante é não nos esquecermos que, no trabalho do Senhor, o que conta é a maneira como Deus vê o que fazemos. E não nos esqueçamos nunca, Deus conhece os nossos intentos. ELE, nos conhece de dentro para fora (I Sm 16.7). Muitas vezes somos impelidos a agir como se tivéssemos condição de realizar algo sozinhos. É nesta hora que sentimos forte o valor da recomendação feita ao servo do passado e que, hoje, serve-nos como séria recomendação: “não se aparte da tua boca o livro desta lei”  (Js  1.8-9); a Palavra de Deus, tem solução para todos os conflitos. Ela nos ensina o dever da urbanidade (Co 12:25).

 

QUEM DEVE SER CONSELHEIRO ?

Presumindo que, o Conselheiro é “o Conselho presente”, entendemos que ele deve ser um presbítero de vida eclesiástica ativa. Isto é, com mandato – art. 50 CI, (não estou aqui, suscitando qualquer debate sobre aspecto teológico, histórico ou consuetudinário quanto à ordenação deste ou daquele sexo. Estou falando da legislação vigente. Por favor, não digam que eu disse o que não disse), que conheça e ame o trabalho feminino, marido de auxiliadora.

Muitos irmãos não gostam quando dou esta resposta. Entendem-na discriminadora e machista, mas não é. Não, na atual conjuntura!... e cabe aqui uma explicação embora rápida: algumas pessoas (mulheres e homens também) que andam suspirando pelo oficialato feminino (já disse não quero falar sobre isto aqui), entendem ser um “avanço”, quando se vê uma mulher Conselheira, Secretária Presbiterial, Sinodal e Geral – Art. 16 c – Regimento para os Presbitérios e art. 94c da CI.

Quanto às Secretárias Presbiterial, Sinodal e Geral, há que se entender. Os Concílios Superiores – Presbitério, Sínodo e Supremo Concílio -, são concílios abertos, apenas com sessões privativas, quando há necessidade. Fora isto, funcionam de portas abertas e com freqüência participamos destas reuniões sem quaisquer constrangimentos.

Nas reuniões do Conselho, entretanto, não é assim. O Conselho é o único Concílio fechado da IPB. É portanto, um Concílio de acesso restrito, Art. 72 CI.

Ninguém que, não sendo parte, isto é, membro do Conselho (Pastor ou Presbítero) tem acesso, sem ser convocado, ou se não agendar previamente.

Logo, se o Conselheiro é o elo entre a SAF e o Conselho, tal elo só desempenhará sua função – fazer a ligação – se for constituído de um membro que, esteja no gozo de suas funções conciliares. A mulher não é membro do Conselho, embora, seja membro da Igreja.

Levando-se em conta que, a presença do Conselheiro em nossas reuniões, subentende-se a presença do Conselho entre nós para “supervisionar, orientar e superintender“ a SAF, no exercício das suas prerrogativas – art. 83h – CI, dito isto....

Pergunta-se: Quando é que a mulher terá estas prerrogativas, na atual legislação (mesmo nomeada pelo Conselho, logo,  investida de poder de Conselho)?

Entendeu, amada irmã, por que acho no mínimo, estranho quando encontro irmãs nossas ocupando função de Conselheira? (Pra mim é uma espécie de prêmio de consolação que não consola) .

É função do Conselheiro defender os interesses da SAF junto ao Conselho. Daí, porque entendo que ele deve conhecer e querer todos os anseios da SAF.  Sua esposa, uma auxiliadora idônea (Gn. 2:18) é a sua principal aliada.

É o Conselheiro a pessoa responsável em trazer do Conselho à SAF, todas as resoluções e recomendações inerentes a ela., assim como leva e defende no Conselho os pleitos da SAF.

A Presidente entregará ao Conselheiro, no princípio do ano, o calendário de atividades da SAF, além de estar, sempre lembrando, da programação, fazendo-o sentir-se parte nos interesses da SAF.

Ao contrário do que muitos pensam, o Conselheiro não é um espião!...é um homem de Deus, a serviço da SAF.  E, se ele é, de verdade esta pessoa atuante, conhecedora da doutrina bíblica, versada nos princípios doutrinários da IPB, evitará sem dúvidas quaisquer constrangimentos entre a SAF e o Conselho da Igreja, esclarecendo os pontos obscuros e orientando nas soluções – art. 83 º

Ao fim do período eclesiástico, é o Conselheiro quem leva ao Conselho  o relatório,  o livro de atas e o livro da tesouraria da SAF para exame de praxe.

SECRETÁRIO PRESBITERIAL
(Art 59/60, pág 56/57 MUSI)

 

Faz parte da norma organizacional da Igreja.

Nada há na “seção 3ª – Presbitério” Art. 85/90 da CI, que nos fale da pessoa do Secretário Presbiterial. Todavia, na “seção 4ª  - Secretarias Gerais”  Art. 106 - Presbitério, “secretários de causas para superintenderem...” (grifos nossos). E o art. 16 c do “Modelo de Regimento Interno para os Presbitérios”, refere-se com clareza aos secretários de trabalhos especiais, competindo-lhes “apresentar ao concílio relatórios, dados e informações do Trabalho Feminino.”

Por “superintender“, entendem-se todas aquelas atribuições descritas na legislação própria. Cabe ressaltar que estas atribuições devem ser desempenhadas com sabedoria, conforme padrão bíblico (I Ts. 5.12-18).

É constrangedor portanto, quando em alguma reunião da Federação, a Presidente ignora a presença do Secretário Presbiterial. Mas, também, causa estranheza reuniões em que, o Secretário Presbiterial ultrapassa os limites de sua competência cerceando todas as possibilidades da Presidente

O ideal é a pessoa certa, na hora certa, desempenhando o papel certo...

Para boa ordem do trabalho, recomenda-se que a Diretoria da Federação juntamente com o Secretário Presbiterial,  organize todo o Congresso:

- Programa, hospedagem (nunca esquecer que o programa deverá ser elaborado, levando em conta, as condições do local), tendo o cuidado de cronometrar o tempo (homenagens, se houver, deverão constar do programa, ser feita num único momento, evitar repetições ou “bajulações” desnecessárias que, na maioria das vezes aborrecem algumas). Isto torna a reunião bem mais suave. A desorganização desencoraja.

- A pasta, o crachá, são distribuídos na sessão preparatória, mediante a apresentação da credencial (a secretária Executiva, além do material de expediente, levará também credenciais em branco, para atender a quaisquer eventualidades).

Nos  lugares onde o Congresso da Federação se estende por mais de um dia, demandando acolhida noturna, cada Delegada deverá receber instruções claras quanto aos seus aposentos, no início dos trabalhos.

Verificado o quorum, feita a chamada da Diretoria, das Relatoras de Círculo, das Secretárias de Atividades das SAFs – por representantes, uma a uma credenciadas, quem instala e dirige o Congresso  é a Presidente da Federação. Todavia tem sido praxe no Trabalho Feminino a presidente convidar a  Presidente da Confederação Sinodal, ou outra representante do Trabalho Feminino presente para presidir as eleições (como temos enfatizado, é uma manifestação de cortesia).

O programa será submetido à apreciação do plenário, e se, houver modificações ou acréscimos, serão registrados em ata.

Estando presente o Presidente do Presbitério a Presidente da Federação deverá convidá-lo a tomar assento à mesa, declarando pública e cortesmente que, na qualidade de Presidente do Concílio (Presbitério), ele é o Presidente de Honra da Federação.

Este clima de amabilidade consciente deve nortear todas as reuniões do Trabalho Feminino.

Causa estranheza a Presidente que não concede ao Secretário Presbiterial a deferência própria do cargo, mas também é estranho e desconfortável o Secretário Presbiterial que ignorando os limites de sua função, anula a participação da Presidente, falando o tempo todo, desconhecendo o seu tempo de falar. Afinal, o Congresso é da Federação.

O Secretário Presbiterial empossará a nova Diretoria no momento próprio.

A exemplo do Conselheiro, o Secretário Presbiterial é um amigo que auxilia e esclarece no caso de dúvidas dando segurança à Presidente na condução do Congresso, gozando por isso mesmo,  de elevado apreço da parte de todas as auxiliadoras.

Findo o Congresso, a Secretária Executiva envia lista completa de nomes e endereços da Diretoria eleita para o exercício eclesiástico seguinte para:

a)     Executiva do Presbitério (Secretário Executivo) . Junto a este expediente, enviam-se os três nomes escolhidos (por voto secreto) como sugestão de um possível Secretário Presbiterial.

b)      Presidente e Secretária Executiva da Sinodal

c)       Presidente e Secretária Executiva da Nacional.

d)      todas as SAFs que compõem a Federação.

 

SECRETÁRIO SINODAL

(Arts. 92/93, pág. 72 MUSI)

“O Secretário Sinodal tem o encargo de superintender, orientar e supervisionar o trabalho da Confederação Sinodal de SAFs, e ainda, auxiliar aos Secretários Presbiteriais em seus trabalhos para descobrir-lhes as dificuldades, trocando experiências que possam contribuir para a solução de problemas localizados.”

O Secretário Sinodal deve estimular-se e à liderança do Trabalho Feminino (SAF, Federação, Sinodal) ao conhecimento da doutrina bíblica e denominacional, promover a unidade entre as Federações, dirimindo dúvidas e aclarando entendimentos, com vistas ao crescimento do Trabalho Feminino sob sua jurisdição, visando a edificação e fortalecimento da IPB em todos os segmentos conciliares.

Quanto às atribuições do Secretário Sinodal são as mesmas do Secretário Presbiterial, resguardando-se apenas a ordem hierárquica do concílio.

De igual modo, o comportamento da Presidente da Sinodal, para com o Secretário .

Em nenhum momento ou circunstância podemos nos esquecer que somos servos uns dos outros e todos servos de Deus (I Co 12.12). Polidez e tratamento adequado fazem parte da ordem administrativa, no trato com as pessoas não sejamos negligentes, “com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor“ (Ef. 4.2).

Fraternalmente
Leontina Dutra da Rocha
Presidente Nacional